domingo

Prazer

A sala estava abafada. Pediste-me para esperar pelo fim da tua consulta, para falarmos...
Lembro-me de pensar no que te ia dizer, que seria a ultima vez que esperava tanto tempo por ti.
Tu chegas e entras na sala, com o cabelo por arranjar, camisa para fora da saia, a testa e o pescoço suados...
O brilho da lua entrava pela janela, deixando um manto branco desde a minha cadeira até à entrada, onde ficaste.
Fechas a porta e aproximas-te de mim, com esse teu andar sensual, enquanto me despes com os olhos...
As gotículas de suor na tua pele escorrem para o teu peito, mas tu não estás cansada ainda, a consulta foi apenas um aquecimento, para mim...
Chegas perto de mim e sobes a tua mão pela minha perna até às verilhas, onde te perdes a afagar o meu mastro... A minha mão entra por baixo da tua saia, ansioso por sentir o calor da tua gruta...
Os nossos lábios tocam-se ao de leve, mordes-me no lábio... depois no queixo... em seguida no pescoço... e as nossas mãos vão encontrando mais calor no nosso intimo, enquanto vais delirando com o acelerar da minha respiração...
A certo ponto não aguentas mais e rasgas a tua camisa, com a euforia do momento... puxas-me as calças, os botões abrem num repente enquanto os teus seios perfeitos demonstram perfeitamente o que estás a sentir, com os teus mamilos rosados tão erectos como o meu mastro...
Abres-me a camisa e perdes-te a beijar o meu peito... os teus seios tocam nos meus boxers justos e sinto-te ainda mais excitada...
O teu prazer, igual ao meu, é dar-me mais prazer...
A tua boca desce o meu corpo aos poucos com beijos maravilhosos que me fazem arrepiar, até que chega a altura de me tirar o resto da roupa.
Antes que o faças agarro-te nas pernas e deito-te em cima da mesa... puxo suavemente o fio dental molhado... e perco-me nos prazeres do teu corpo.
O teu cheiro aquece-me os sentidos, os meus beijos nas tuas pernas fazem-te delirar, tu pedes mais e mais...
A minha lingua chega finalmente à entrada da tua gruta e começo a fazer-te sentir o verdadeiro prazer, enquanto tu apertas os seios um contra o outro e puxas os mamilos como se os fosses arrancar... mordisco-te as pernas, beijo suavemente a entrada da tua gruta... tu pedes-me que te penetre... pedes que te deixe sentir o meu mastro quente e duro...
Agora sim, escorres suor de verdade, tens uma necessidade tremenda dentro de ti, o teu corpo treme cada vez que te toco...
Estás perto de explodir de prazer...
Mas eu não deixo...

(continua...)